Livro: O meteoro aquático - O eterno retorno de Ulisses

O livro, de autoria do docente Marcelo Nivert Schlindwein, será lançado na Universidade Nova de Lisboa, em Portugal, no dia 17 de julho de 2026.

Após a publicação do primeiro livro da série, "Meteoro Bípede: crônica sonora do silencioso massacre da biodiversidade” (link externo), que discute a relação destrutiva da humanidade com a natureza, usando o som e a história evolutiva para retratar a perda de espécies, o docente Marcelo Nivert Schlindwein lança o segundo livro da série: "O meteoro aquático - O eterno retorno de Ulisses".

O lançamento será na Universidade Nova de Lisboa - FCT, campus da Caparica no dia 17 de julho de 2026, às 17h.

Texto de apresentação do livro de autoria do editor da Editora DLM (Deste Lado do Mundo):

"Num mundo sem lados, só mar, foi ele que moldou o primata bípede até ao meteoro aquático. O que era fronteira fez-se caminho e esse caminho fez-nos, criando cada lado do mundo. Depois transformamos esta dádiva em poder de devastar, mas também de recriar o belo, num gesto teimoso de esperança. Um ensaio sobre o ímpeto voraz do querer sempre mais que nos habita, como Ulisses..."

Texto da contra-capa:

"[..] O poema homérico serve como uma atemporal metáfora de uma das mais importantes características dos humanos, sua busca por suas origens, pelo seu lugar no mundo. Mesmo que esta busca implique em partir para o desconhecido, procurar o que existe além do horizonte. Algo que é inerente aos humanos é o questionamento sobre o sentido da sua existência, o que e quem cada um é… Faz parte desta pergunta onipresente e, ao mesmo tempo, é uma parte da resposta que tem relação com a busca de Ulisses. Nós humanos somos “geneticamente” viajantes e exploradores, quer em busca de um lar, ou mesmo buscando algo completamente diverso dele.

Mas existe um outro ‘personagem’ onipresente nos poemas homéricos, que atualmente podemos denominar de Oceano, ou de Mar, corporificado algumas vezes na figura de Poseidon e em seus muitos filhos e filhas que habitam aquele que é o mais importante e vasto ‘ecossistema’ do planeta que de maneira equivocadamente chamados de Terra, o Mar. [..]"